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    Trump impõe tarifas sobre aço e alumínio, e Brasil está entre os afetados

    O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto impondo tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio. A medida, que visa fortalecer a indústria americana, afeta diretamente o Brasil, um dos principais exportadores desses produtos para os EUA, além de outros países.

    A decisão reacende tensões comerciais e levanta preocupações sobre os impactos na economia global. O Brasil, que tem os Estados Unidos como um de seus maiores mercados para o setor siderúrgico, pode sofrer prejuízos significativos com a imposição da taxa.

    Impacto para o Brasil

    O Brasil é o segundo maior fornecedor de aço para os EUA, atrás apenas do Canadá. Em 2023, as exportações brasileiras do setor para o mercado norte-americano movimentaram mais de US$ 2,5 bilhões. Com a nova tarifa, a competitividade da indústria nacional pode ser comprometida, levando a uma possível redução das exportações e impactos no emprego no setor siderúrgico.

    Em ocasiões anteriores, o Brasil conseguiu negociar isenções parciais para evitar restrições mais severas. No entanto, ainda não há indicações de que o governo brasileiro consiga reverter a nova decisão de Trump.

    Reação internacional

    A medida tem gerado repercussão entre economistas e líderes de outros países. Especialistas alertam que a decisão pode desencadear retaliações comerciais e comprometer relações entre os EUA e seus parceiros comerciais.

    Empresas do setor siderúrgico e autoridades brasileiras acompanham os desdobramentos da decisão, enquanto o governo estuda alternativas para minimizar os prejuízos e buscar possíveis negociações com os EUA.

    A nova tarifação reforça a postura protecionista de Trump, alinhada à sua estratégia de fortalecimento da indústria doméstica. No entanto, os impactos podem ir além da economia norte-americana, afetando cadeias produtivas e relações comerciais em escala global.

     

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