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    Lula lidera pesquisa AtlasIntel para 2026; Tarcísio aparece como principal nome da direita

    Com 41,6%, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, que soma 32,3%; cenário indica fragmentação da direita

    Lula lidera pesquisa AtlasIntel para 2026; Tarcísio aparece como principal nome da direita

    A nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada em fevereiro de 2025, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa presidencial para 2026, com 41,6% das intenções de voto. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece em segundo lugar, com 32,3%, consolidando-se como o principal nome da direita.

    O levantamento indica fragmentação no campo conservador, com nomes como Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e até o cantor Gusttavo Lima aparecendo no cenário, todos empatados na faixa de 4,5% a 4,6%.

    Resultados da pesquisa – 1º turno (Cenário 1)

    📊 Lula (PT) – 41,6%
    📊 Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 32,3%
    📊 Gusttavo Lima – 4,6%
    📊 Ronaldo Caiado (União Brasil) – 4,6%
    📊 Romeu Zema (Novo) – 4,5%
    📊 Indecisos/Branco/Nulo – 4%
    📊 Simone Tebet (MDB) – 3,2%
    📊 Pablo Marçal – 2,5%
    📊 Eduardo Leite (PSDB) – 1,5%
    📊 Marina Silva (Rede) – 1,2%

    Direita fragmentada e Lula na frente

    A pesquisa reforça um cenário já observado em levantamentos anteriores: Lula mantém sua base eleitoral consolidada, enquanto a direita segue sem um nome unificado. Tarcísio desponta como o principal adversário do petista, mas ainda enfrenta a concorrência de outros postulantes, como Caiado e Zema.

    O levantamento também chama atenção para a presença do cantor Gusttavo Lima, que, sem histórico político, aparece com 4,6%, mesma pontuação do governador de Goiás e à frente de nomes tradicionais como Simone Tebet e Eduardo Leite.

    E agora?

    Com as eleições de 2026 se aproximando, o cenário ainda está longe de uma definição. A inelegibilidade de Bolsonaro, a disputa interna na direita e a popularidade de Lula são fatores que podem influenciar a composição das chapas nos próximos meses.

     

     

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