Irã espalha minas navais no Estreito de Hormuz; EUA autorizam ataque e reforçam presença militar
Rota é o principal corredor de petróleo do mundo. Tráfego de navios caiu drasticamente após aumento da tensão; Trump ordenou ataque a embarcações iranianas que lançarem minas.
A Marinha do Corpo dos Guardas da Revolução Islâmica do Irã instalou minas adicionais no Estreito de Hormuz nesta semana. De acordo com funcionários do governo dos EUA, a movimentação ocorre em meio a uma escalada de tensões na rota, que é considerada crucial para o trânsito global de petróleo.
Como resposta, o presidente Donald Trump ordenou que as forças norte-americanas ataquem navios iranianos flagrados lançando os artefatos. Além disso, o Pentágono expandiu as operações navais na região.
Veja abaixo os principais pontos do conflito:
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Reforço militar: EUA enviaram grupos de ataque de porta-aviões e drones subaquáticos para desminagem.
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Monitoramento: Forças armadas utilizam vigilância de alta tecnologia para rastrear atividades da guarda iraniana.
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Impacto no tráfego: O fluxo de embarcações pelo estreito apresentou queda acentuada nos últimos dias.
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Alvo de ataque: Trump autorizou fogo direto contra embarcações que ameaçarem a segurança da navegação com minas.
Crise no petróleo
O Estreito de Hormuz é um ponto estratégico. Portanto, qualquer bloqueio ou ameaça na área impacta diretamente o mercado internacional. Nesse sentido, o monitoramento dos EUA busca evitar que o Irã interrompa o fornecimento de energia para o Ocidente.
Contudo, as autoridades iranianas ainda não se manifestaram oficialmente sobre as novas instalações. Enquanto isso, drones subaquáticos norte-americanos já operam na área para localizar e neutralizar os explosivos.
Atualmente, o governo brasileiro e potências europeias acompanham o desenrolar da crise com cautela. Afinal, uma guerra aberta na região poderia levar a uma disparada histórica no preço dos combustíveis.