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    Eleições 2026 em Goiás: Quaest, vídeo de Gracinha e crise no PL marcam esta quinta-feira

    Daniel Vilela mantém liderança pelo governo, Gracinha abre vantagem para o Senado e disputa entre aliados ganha novos capítulos nesta quinta-feira (27).

    A corrida eleitoral em Goiás teve uma quinta-feira (27) movimentada. Pesquisa Quaest, declarações de candidatos e divergências partidárias estiveram entre os principais assuntos do dia.

    Além disso, as campanhas se preparam para uma nova etapa. O horário eleitoral gratuito começa nesta sexta-feira (28) no rádio e na televisão.

    Daniel segue na frente

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta mostra Daniel Vilela (MDB) com 37% das intenções de voto para o Governo de Goiás.

    Marconi Perillo (PSDB) aparece em segundo lugar, com 20%. Já Wilder Morais (PL) registra 12%, enquanto Luis Cesar Bueno (PT) tem 4%.

    Luciana Amorim (UP) e Danilo Pinheiro (PCO) não pontuaram. Além disso, 20% estão indecisos e 7% indicaram branco, nulo ou ausência.

    Nos cenários de segundo turno, Daniel também aparece na frente. Contra Marconi, o governador registra 53%, diante de 28% do tucano.

    Já contra Wilder, Daniel tem 56%, enquanto o senador aparece com 18%.

    Gracinha lidera Senado

    A Quaest também mediu a disputa pelas duas vagas de Goiás no Senado.

    Gracinha Caiado (União Brasil) aparece na liderança, com 21% das intenções de voto.

    Gustavo Gayer (PL) tem 12%. Vanderlan Cardoso (PSD) e Zacharias Calil (MDB) aparecem empatados, com 9% cada.

    Gustavo Mendanha (PRD) registra 6%. Isaura Lemos (PSB) e Oséias Varão (PL) aparecem com 3% cada.

    Cíntia Dias (PSOL) tem 2%, enquanto Ernesto Roller (PSDB) registra 1%. Guilherme Darques (UP) e Iure Castro (Cidadania) não pontuaram.

    Gracinha cita Mendanha

    Além da pesquisa, uma declaração de Gracinha Caiado também ganhou repercussão nesta quinta-feira.

    Durante entrevista, a candidata ao Senado afirmou que vem sendo alvo de ataques e conteúdos contra sua imagem durante a campanha.

    Ao falar sobre quem estaria por trás das ações, Gracinha citou Gustavo Mendanha, também candidato ao Senado.

    O entrevistador observou que a declaração poderia repercutir. Gracinha respondeu: “Mas eu não sei mentir.”

    Antes disso, ela relacionou os episódios ao que considera preconceito contra mulheres na política.

    “Eu não me candidatei como senadora, com vaidade. Eu me candidatei com propósito, pra poder ajudar, continuar ajudando no social.”

    Gracinha também citou o trabalho desenvolvido pelo Goiás Social e afirmou ter atuado nos 246 municípios goianos.

    A candidata não apresentou, durante o trecho divulgado da entrevista, provas de que Mendanha tenha participado da produção dos conteúdos mencionados.

    Crise entre Márcio e PL

    Outro assunto que movimentou a política goiana foi o processo envolvendo o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa.

    O PL de Goiás avançou no processo disciplinar depois que Márcio declarou apoio à reeleição de Daniel Vilela.

    O partido, entretanto, tem Wilder Morais como candidato ao Governo de Goiás.

    Entre as possibilidades está a expulsão de Márcio. O caso será analisado pelo conselho de ética da legenda.

    A situação também expôs divergências dentro do próprio PL. Gustavo Gayer se posicionou contra uma eventual expulsão do prefeito.

    Segundo Gayer, outros prefeitos filiados ao partido também não apoiam Wilder na disputa estadual.

    Campanhas chegam à TV

    A disputa eleitoral entra em uma nova fase nesta sexta-feira (28), com o início do horário eleitoral gratuito.

    Os candidatos passam a ter espaço no rádio e na televisão para apresentar propostas e tentar ampliar a presença entre os eleitores.

    A mudança ocorre em um cenário no qual a Quaest aponta 20% de indecisos na disputa estimulada pelo Governo de Goiás.

    Na pesquisa espontânea, o percentual de eleitores que ainda não citaram candidato ao governo chega a 74%.

    A Quaest ouviu presencialmente 804 eleitores de Goiás entre os dias 23 e 26 de agosto.

    A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

    O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera e registrado na Justiça Eleitoral sob os números GO-06186/2026 e BR-07810/2026.

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