Comurg transforma árvores caídas em bancos para praças de Goiânia
Madeira retirada de áreas públicas passa por tratamento e volta para a cidade como mobiliário urbano; produção chega a seis bancos por dia.
A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) reaproveita troncos e galhos de árvores retiradas de áreas públicas para produzir bancos destinados às praças da capital.
Diariamente, a marcenaria da companhia transforma a madeira em até 25 pranchas. Cada peça mede 1,30 metro de comprimento e 80 centímetros de largura.
Produção chega a seis bancos por dia
Além disso, a equipe consegue produzir até seis bancos por dia. Cada unidade utiliza sete peças de madeira.
Cinco profissionais trabalham diretamente na marcenaria da Comurg. Dessa forma, a companhia mantém uma rotina de reaproveitamento do material retirado das áreas públicas.
Entre janeiro de 2025 e abril de 2026, a Comurg instalou ou reformou 2.653 bancos em diferentes espaços públicos de Goiânia.
Madeira ganha nova finalidade
Após a retirada das árvores, a Comurg leva a madeira para sua própria estrutura. Em seguida, os profissionais fazem a seleção, o corte, o tratamento e a preparação do material.
Assim, a companhia reduz o descarte dos resíduos gerados pela manutenção da arborização urbana. Depois, a madeira retorna aos espaços públicos em forma de mobiliário.
Além do reaproveitamento ambiental, os bancos ajudam a melhorar as áreas de convivência. Segundo a Comurg, as peças oferecem resistência e conforto.
Por fim, a companhia distribui os bancos por praças e outros espaços públicos de Goiânia, de acordo com a necessidade de cada local.