Fieg ressalta expansão do setor sucroenergético e atração de indústrias nas gestões de Marconi
André Rocha também citou missões internacionais, incentivos fiscais e parceria com SESI e SENAI durante sabatina na Casa da Indústria
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, destacou a expansão do setor sucroenergético em Goiás durante as gestões de Marconi Perillo (PSDB).
As declarações ocorreram durante sabatina com o candidato ao governo de Goiás na Casa da Indústria, em Goiânia. Na ocasião, Rocha também mencionou a atração de empresas e a relação do Estado com o setor produtivo durante os quatro governos do tucano.
Marconi foi o primeiro candidato ao governo a participar do ciclo de encontros promovido pela entidade.
Relação com a indústria
Ao abrir a sabatina, André Rocha afirmou que empresários, industriais e presidentes de sindicatos ligados à Fieg acompanharam a atuação de Marconi em pautas relacionadas ao desenvolvimento econômico.
“Eles são testemunhas daquilo que você fez por um Goiás melhor, defendendo sempre o nosso Estado, seja na atração de empresas, no crescimento e no desenvolvimento, de uma maneira muito maior do que a média nacional”, afirmou.
Além disso, o presidente da Fieg destacou a defesa feita por Marconi dos incentivos fiscais.
Segundo Rocha, o tucano considerava esse mecanismo importante para atrair novas indústrias para Goiás.
Setor sucroenergético
Durante a sabatina, Rocha também apresentou números relacionados à expansão do setor sucroenergético em Goiás.
Segundo ele, o número de usinas passou de 15 para 38 durante as gestões de Marconi.
“À época, tivemos um crescimento extraordinário no número de usinas sucroenergéticas. O total saltou de 15 para 38. Atualmente, somos o segundo maior produtor nacional de etanol de cana-de-açúcar”, declarou.
Dessa forma, o presidente da Fieg relacionou o período à ampliação da produção de açúcar e etanol no Estado.
Missões internacionais
Outro ponto citado por André Rocha envolveu as viagens internacionais realizadas em busca de investimentos.
Como exemplo, ele mencionou a multinacional britânica BP, ligada ao setor sucroenergético.
Segundo Rocha, Marconi participou de articulações tanto no escritório da empresa em São Paulo quanto em Londres.
“O senhor não só esteve no escritório da empresa em São Paulo, mas também foi a Londres para articular a instalação deste empreendimento em Goiás”, afirmou.
Além disso, Rocha citou a Usina Tropical, localizada no município de Edéia, ao comentar a presença da companhia no Estado.
Parceria com Sistema S
André Rocha também destacou a relação dos governos estaduais com o Sistema S.
Nesse contexto, citou especialmente SESI e SENAI, ligados à educação básica, qualificação profissional e apoio tecnológico às empresas.
“O senhor entendeu a importância da indústria como motor de desenvolvimento e geração de empregos”, afirmou.
Assim, a expansão do setor sucroenergético em Goiás, a atração de empresas e as parcerias de qualificação profissional estiveram entre os temas destacados pela Fieg durante a sabatina.