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    Gleisi, Tebet, Marina, Dirceu e Cunha ficam fora do Congresso

    Eleições de 2026 deixam nomes conhecidos da política nacional sem mandato; Soraya Thronicke, Leila Barros, Manuela D’Ávila e Randolfe Rodrigues também aparecem entre os derrotados

    As eleições deste domingo (4/10) deixaram uma lista de nomes conhecidos da política brasileira fora do Congresso Nacional. Gleisi Hoffmann, Simone Tebet, Marina Silva, José Dirceu e Eduardo Cunha estão entre os personagens que não conseguiram conquistar uma cadeira em Brasília para a próxima legislatura.

    No Paraná, Gleisi Hoffmann (PT) tentou retornar ao Senado, Casa que integrou entre 2011 e 2019, mas ficou fora das duas vagas em disputa. Em São Paulo, Simone Tebet e Marina Silva também não conseguiram chegar ao Senado. As duas entraram na disputa em um dos maiores colégios eleitorais do país, mas terminaram atrás dos candidatos eleitos.

    Ex-ministro e ex-presidente da Câmara ficam de fora

    A relação de derrotados também inclui José Dirceu (PT) e Eduardo Cunha (Republicanos). Dirceu voltou a disputar uma eleição depois de mais de duas décadas e tentou conquistar uma vaga de deputado federal por São Paulo. Apesar da volta às urnas, o ex-ministro da Casa Civil não conseguiu entrar na relação de eleitos.

    Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, tentou retornar ao Congresso por Minas Gerais. Ele também ficou sem uma cadeira. Cunha já havia buscado voltar à Câmara em 2022, mas não conseguiu se eleger naquela ocasião.

    Senadores também perdem mandato

    Outros políticos conhecidos não conseguiram renovar seus mandatos. No Amapá, Randolfe Rodrigues (PT) ficou fora das duas vagas para o Senado. Líder do governo Lula no Congresso, Randolfe ocupa uma cadeira na Casa desde 2011 e deixará o mandato ao fim da atual legislatura.

    No Distrito Federal, Leila Barros, conhecida como Leila do Vôlei, também não conquistou a reeleição. Em Mato Grosso do Sul, Soraya Thronicke ficou fora das duas cadeiras disponíveis para o Senado.

    No Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila tentou retornar à política institucional em uma disputa pelo Senado, mas também terminou sem mandato. A ex-deputada federal e ex-candidata a vice-presidente não conseguiu ficar entre os dois primeiros colocados.

    Urnas redesenham Congresso

    O resultado reúne derrotas de políticos de diferentes partidos e trajetórias. Alguns buscavam a reeleição, enquanto outros tentavam retornar ao Congresso depois de anos longe de um mandato federal.

    Assim, as urnas de 2026 não apenas definiram novos deputados e senadores. Também interromperam projetos de retorno e encerraram ciclos de políticos que tiveram atuação de destaque em Brasília nas últimas décadas.

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