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    Lula e Flávio participam de missas e movimentam campanha no feriado

    Candidatos à Presidência cumpriram agendas religiosas em Brasília, fizeram declarações à imprensa e tiveram novos desdobramentos na disputa pelo segundo turno.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participaram, nesta segunda-feira (12/10), de celebrações em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Os dois permaneceram em Brasília, mas cumpriram agendas separadas. Enquanto Lula participou de uma missa no Palácio da Alvorada, Flávio esteve na Catedral Metropolitana. As atividades ocorreram a menos de duas semanas do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

    Lula acompanhou a celebração ao lado da primeira-dama Janja, ministros e aliados políticos. Após a missa, defendeu o respeito à liberdade religiosa e criticou atitudes de intolerância entre diferentes crenças. Além disso, destacou ações do Minha Casa, Minha Vida e reconheceu que os preços dos alimentos continuam elevados. Enquanto isso, apoiadores do presidente realizaram uma manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro, sem a presença do candidato.

    Flávio Bolsonaro participou da missa na Catedral de Brasília acompanhado da esposa, Fernanda, e do candidato a vice, Alfredo Gaspar. Após a cerimônia, afirmou que visitará o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (13), depois que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a retomada dos encontros. O senador também comentou a falha na transmissão de sua propaganda eleitoral, exibida sem áudio na televisão. Nas redes sociais, questionou se o problema teria sido intencional, mas não apresentou provas.

    A disputa também teve novos desdobramentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Corte confirmou que um problema técnico provocou a ausência de áudio na propaganda de Flávio e determinou sua reexibição. Além disso, o tribunal ordenou que Flávio e aliados retirassem publicações com imagens de um vídeo gravado no Chile, apresentado indevidamente como registro de um ato pró-Lula na Avenida Paulista. A campanha petista havia acionado a Justiça Eleitoral contra a divulgação do conteúdo.

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