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    Mabel acompanha demolição de edificações abandonadas às margens do Córrego Capim Puba

    Prefeito Sandro Mabel acompanha retirada de edificações abandonadas às margens do córrego e anuncia criação de área verde no local

    A demolição no Capim Puba avançou nesta quarta-feira (11/2) e marcou mais uma ofensiva da Prefeitura de Goiânia contra imóveis abandonados. Dessa vez, o prefeito Sandro Mabel acompanhou a retirada de edificações em ruínas às margens do Córrego Capim Puba, no Setor Norte Ferroviário, região Central da capital.

    Segundo a Defesa Civil, as estruturas apresentavam risco iminente de desabamento. Além disso, os imóveis serviam como abrigo para tráfico e uso de drogas. Durante a vistoria, as equipes também encontraram focos do mosquito Aedes aegypti. Portanto, o local representava ameaça direta à saúde pública.

    Demolição no Capim Puba cumpre decisão judicial

    A demolição no Capim Puba atende, ainda, a uma decisão judicial que determina a retirada de construções erguidas em Área de Preservação Permanente (APP). Assim, o município executa a medida dentro da legalidade e reforça o cumprimento das normas ambientais.

    De acordo com o secretário municipal de Eficiência, Fernando Peternella, a gestão intensificou a fiscalização de imóveis sem função social. Somente em 2025, por exemplo, a prefeitura já demoliu 34 edificações abandonadas na capital. Dessa forma, a administração busca reduzir pontos de criminalidade.

    Área deve virar parque ou reflorestamento

    Após a demolição no Capim Puba, o prefeito anunciou novo destino para o espaço. A área possui cerca de 1.000 metros quadrados e poderá se transformar em parque, praça ou área de reflorestamento.

    “Já pedimos um projeto para a Amma. Mocó em Goiânia não cria mais não”, afirmou Mabel. Com isso, a prefeitura pretende recuperar o espaço e devolver a área à população.

    Assistência social acompanha famílias

    Enquanto as equipes executam a demolição no Capim Puba, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos realiza monitoramento das famílias que ocupavam o local. Além disso, a pasta oferece Aluguel Social, Bolsa Família e cestas básicas.

    Também disponibiliza apoio logístico para mudança. Segundo a secretária Erizânia Freitas, o município atua para proteger as famílias. “Temos laudo da Defesa Civil que condena a estrutura. Portanto, precisamos garantir que essas pessoas estejam seguras”, explicou.

    Por fim, a operação reuniu Secretaria de Eficiência (Sefic), Defesa Civil, Secretaria de Engenharia de Trânsito (SET), Secretaria de Infraestrutura Urbana (Seinfra), Guarda Civil Metropolitana (GCM) e Polícia Militar.

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