Sifaeg leva pauta do setor bioenergético ao Palácio do Planalto
Agenda em Brasília reuniu lideranças goianas para discutir biocombustíveis, indústria e mobilidade sustentável
O presidente-executivo do Sifaeg/Sifaçúcar e presidente da Fieg, André Rocha, participou, nesta terça-feira (9/6), de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília.
O encontro reuniu representantes da cadeia de etanol, açúcar e bioeletricidade. Além disso, também participaram da agenda os empresários Otávio Lage de Siqueira Filho, da Jalles, e José Bolivar de Melo Neto, do Grupo Japungu.
A presença de lideranças goianas colocou o setor bioenergético de Goiás em uma discussão nacional sobre energia, desenvolvimento industrial e novas soluções para a mobilidade.
Transição energética
A reunião tratou de temas ligados à transição energética brasileira. Nesse sentido, representantes do setor defenderam o fortalecimento da produção de biocombustíveis no país.
O segmento sucroenergético tem papel estratégico nessa agenda. Afinal, etanol, açúcar e bioeletricidade integram uma cadeia produtiva com impacto na economia, na geração de empregos e na pauta ambiental.
Além disso, o setor bioenergético busca ampliar sua presença nas políticas nacionais voltadas à descarbonização. A discussão envolve produção, tecnologia, competitividade e segurança energética.
Híbridos flex
Outro ponto da conversa foi a participação dos veículos híbridos flex na matriz de mobilidade sustentável. O tema ganhou espaço porque combina inovação, redução de emissões e uso de biocombustíveis produzidos no Brasil.
Com isso, o setor tenta reforçar a importância do etanol em uma estratégia nacional de transição energética. Ao mesmo tempo, a pauta interessa à indústria, que busca avançar em tecnologia sem abandonar vantagens já consolidadas no país.
Nova Indústria Brasil
A agenda no Planalto também abordou iniciativas ligadas à Nova Indústria Brasil. O programa tem foco no desenvolvimento tecnológico, na descarbonização da economia e no aumento da competitividade da indústria nacional.
Para representantes do setor, a aproximação com o governo federal pode abrir novas oportunidades. Entre elas estão investimentos, expansão tecnológica e maior participação dos biocombustíveis nas estratégias de energia e mobilidade.
Pauta goiana
A reunião reforçou a tentativa do setor bioenergético de se posicionar como peça central na transição energética. Em Goiás, a pauta tem peso econômico relevante e envolve empresas que atuam diretamente na produção de etanol, açúcar e energia limpa.
Com isso, a participação do Sifaeg no encontro também amplia o diálogo entre o setor produtivo goiano e o governo federal. Além disso, a agenda fortalece a defesa de políticas públicas voltadas à inovação, à indústria e ao uso de biocombustíveis no país.