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    Visto americano para a Copa 2026 entra na reta final; fila chega a 45 dias em Brasília

    A menos de 40 dias da abertura da Copa do Mundo de 2026, torcedores brasileiros que ainda não têm visto americano entram na fase mais apertada do planejamento. A competição começa em 11 de junho e terá jogos nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Para quem pretende assistir às partidas em território americano, o visto de turismo continua como etapa obrigatória. Além disso, a exigência pesa mais para quem deixou a organização da viagem para maio, período em que passagem, hospedagem, ingresso e documentação precisam fechar ao mesmo tempo.

    Fila do visto vira novo obstáculo para o torcedor

    O principal risco agora não está apenas no preço da viagem. Está no prazo.

    O brasileiro precisa preencher o formulário DS-160, pagar a taxa consular e agendar atendimento em uma unidade disponível. Depois disso, o solicitante passa pela entrevista e aguarda a emissão do documento, caso receba aprovação.

    Na prática, o torcedor que mora em Goiânia, Senador Canedo, Jaraguá ou outras cidades de Goiás precisa tratar o visto como parte central do orçamento. Brasília costuma ser a opção mais próxima para o atendimento consular. No entanto, dependendo da fila, outras capitais podem aparecer como alternativa para antecipar o processo.

    Copa 2026 terá custo alto e exige planejamento

    A corrida pelo visto ocorre em meio ao aumento da procura por pacotes, hotéis e ingressos. O Transmissão Política mostrou que o ingresso para a final da Copa 2026 pode chegar a R$ 21 mil, valor que reforça o peso financeiro do torneio para o torcedor brasileiro.

    Além disso, o Mundial vai reunir jogos em 16 cidades-sede. Por isso, antes de comprar passagem, o viajante precisa saber onde serão os jogos da Copa 2026 e definir quais partidas pretende acompanhar.

    A escolha da cidade também influencia o custo final. Hotéis próximos aos estádios costumam ficar mais caros. Já o deslocamento interno nos Estados Unidos, no Canadá e no México pode pesar no orçamento, principalmente para quem pretende acompanhar mais de uma partida.

    Como tentar agilizar o visto americano

    O primeiro passo é não deixar o agendamento parado. Após pagar a taxa e marcar a entrevista, o solicitante deve acompanhar o sistema com frequência. Isso porque novas vagas podem surgir por desistência ou reorganização da agenda consular.

    Outra medida é comparar a disponibilidade em diferentes postos. Para o goiano, Brasília pode ser mais prática. Entretanto, caso outra capital tenha vaga mais próxima, o custo do deslocamento deve entrar na conta.

    O pedido de urgência, por outro lado, não deve funcionar como plano principal. Em geral, turismo e viagem de última hora para evento esportivo não entram nos critérios de emergência. Portanto, o torcedor precisa iniciar o processo o quanto antes.

    Estádios também entram na conta

    A Copa de 2026 será a maior da história, com 48 seleções e 104 jogos. Nos Estados Unidos, algumas arenas ficam longe dos centros urbanos e exigem planejamento adicional com transporte.

    Por isso, além do visto, o torcedor deve observar a localização dos estádios, a estrutura de mobilidade e a distância entre hotel, aeroporto e arena. O portal também preparou um guia com os estádios da Copa 2026 para ajudar nesse planejamento.

    Assim, a reta final para tirar o visto americano mostra que a Copa deixou de ser apenas uma pauta esportiva. Para o torcedor brasileiro, ela virou uma conta de prazo, câmbio, logística e renda.

    O Transmissão Política seguirá acompanhando as atualizações sobre vistos, ingressos, cidades-sede e custos da Copa do Mundo de 2026.

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