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    Trump tenta reabrir diálogo com Kim Jong-un e acende alerta entre aliados dos EUA na Ásia

    Redução de exercícios militares com a Coreia do Sul aumenta dúvidas sobre os próximos passos de Washington e a segurança na região

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a buscar uma aproximação diplomática com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. No entanto, a aproximação entre Trump e Kim Jong-un começou a gerar preocupação entre aliados americanos na Ásia.

    O movimento ganhou atenção principalmente depois que Washington reduziu exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

    Exercícios militares reduzidos

    Trump demonstrou interesse em retomar as negociações com Kim e classificou algumas manobras militares realizadas com Seul como hostis a Pyongyang.

    Além disso, os Estados Unidos cancelaram outro exercício com forças sul-coreanas previsto para setembro.

    Segundo o texto, Washington citou limitações provocadas pelo deslocamento de tropas para a guerra contra o Irã.

    Dessa forma, a redução das atividades militares passou a alimentar dúvidas entre aliados dos Estados Unidos na região.

    Aliados acompanham mudanças

    A mudança aumentou a atenção de países como Japão, Taiwan e Índia.

    Segundo autoridades e especialistas ouvidos pela Reuters, governos da região passaram a avaliar com mais cautela até que ponto podem depender do apoio de Washington.

    Além disso, o Japão acompanha possíveis mudanças nos custos para manter tropas americanas no país.

    Assim, a aproximação entre Trump e Kim Jong-un também passou a ser observada pelos efeitos que pode provocar sobre as alianças americanas na Ásia.

    Coreia do Norte ainda não sinaliza encontro

    Enquanto isso, a Coreia do Norte ainda não demonstrou disposição clara para uma nova reunião.

    Pyongyang ampliou seu arsenal militar nos últimos anos. Além disso, estreitou suas relações com a Rússia.

    Trump e Kim se encontraram três vezes durante o primeiro mandato do republicano.

    No entanto, as negociações não produziram um acordo definitivo sobre o programa nuclear norte-coreano.

    Por isso, uma eventual retomada da aproximação entre Trump e Kim Jong-un ainda depende de novos sinais por parte de Pyongyang.

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