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    Marconi segue no comando do PSDB nacional até dezembro e mira Goiás em 2026

    Ex-governador mantém liderança tucana até a posse de Aécio Neves e articula retorno ao Palácio das Esmeraldas

    O ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, continua na presidência nacional do PSDB e deve permanecer no cargo até dezembro, quando o deputado federal Aécio Neves (MG) assumirá a função. Durante esse período, Marconi intensifica articulações políticas e prepara sua candidatura ao governo de Goiás em 2026.

    Marconi PSDB nacional: liderança tucana em foco

    Enquanto dirigente, Marconi percorreu todos os estados e diretórios do país, ouvindo as bases e reforçando a presença tucana em nível nacional. Além disso, sua postura tem sido marcada pela aproximação com lideranças afastadas do partido e pelo esforço de manter a legenda unida em meio à crise de representatividade.

    Aécio, que já presidiu o PSDB entre 2013 e 2017, reassumirá a função em dezembro. O mineiro terá como principal meta ampliar a bancada federal da sigla, passando dos atuais 13 deputados para pelo menos 30 nas eleições de 2026. Dessa forma, o partido busca recuperar espaço político no Congresso e fortalecer sua atuação nos estados.

    Marconi PSDB nacional e o foco em Goiás 2026

    Ao deixar a presidência, Marconi deve se dedicar ao Instituto Teotônio Vilela, centro de estudos e formação política do PSDB. No entanto, seu foco principal continuará sendo Goiás, onde seu nome é tratado como certo na disputa pelo Palácio das Esmeraldas.

    Internamente, aliados destacam que o ex-governador mantém forte influência nas articulações regionais, além de preservar capital político que pode colocá-lo em posição de protagonismo em 2026.

    Próximos passos do PSDB e de Marconi

    Enquanto Marconi volta a se concentrar na política goiana, Aécio avalia seu futuro eleitoral. O deputado não descarta disputar novamente uma cadeira na Câmara, o Senado ou até mesmo o governo de Minas Gerais.

    Assim, a troca de comando tucano simboliza a tentativa de equilibrar a presença nacional do PSDB com a força regional de suas principais lideranças.

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