Hugo Motta nega pedido de proteção da Polícia Legislativa a Alfredo Gaspar
Candidato a vice-presidente havia solicitado equipe de segurança para acompanhá-lo durante a campanha presidencial
Hugo Motta negou a proteção da Polícia Legislativa a Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).
A decisão consta no processo nº 1.188.034/2026. Além disso, o presidente da Câmara dos Deputados assinou o despacho que indeferiu a solicitação.
No pedido, encaminhado em 13 de agosto, Gaspar solicitou uma equipe da Polícia Legislativa para acompanhá-lo durante a campanha presidencial.
Além disso, o deputado pediu que o servidor Roberto Dutra Araújo Cunha chefiasse a equipe.
Segundo o documento, a medida buscava garantir a segurança do parlamentar diante da maior exposição pública. Ao mesmo tempo, considerava sua participação em eventos durante o período eleitoral.
Decisão de Hugo Motta
Ao negar a solicitação, Hugo Motta afirmou que tomou a decisão com base em uma manifestação técnica do Departamento de Polícia Legislativa Federal (Depol).
Além disso, o despacho cita as previsões do Ato da Mesa nº 213/2025.
No entanto, o documento apresentado não detalha quais fundamentos da avaliação técnica levaram ao indeferimento da proteção da Polícia Legislativa a Alfredo Gaspar.
Gaspar diz que não vai recorrer
Após a decisão, Alfredo Gaspar afirmou que não pretende recorrer.
“Não vou recorrer da decisão do presidente da Câmara. Agora vou confiar na avaliação do Hugo Motta de que não corro nenhum risco. Estarei nas ruas continuando meu combate ao crime organizado e à corrupção com minha coragem e a proteção de Deus”, declarou.
Gaspar é promotor de Justiça de carreira.
Além disso, já ocupou os cargos de procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública de Alagoas.
Por fim, Hugo Motta manteve o indeferimento da proteção da Polícia Legislativa a Alfredo Gaspar, enquanto o deputado afirmou que seguirá em campanha sem recorrer da decisão.