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    Trump ordena envio de submarinos nucleares após ameaças da Rússia

    Presidente dos EUA reage às declarações de Dmitry Medvedev e posiciona submarinos em regiões estratégicas; tensão cresce após ameaça de guerra entre Rússia e Estados Unidos

    Submarinos nucleares em posição estratégica

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou o deslocamento de dois submarinos nucleares para regiões estratégicas. A decisão veio após declarações do ex-presidente russo Dmitry Medvedev, atual vice do Conselho de Segurança da Rússia.

    Medvedev insinuou a possibilidade de uma guerra direta entre Moscou e Washington. Em resposta, Trump afirmou que a medida é “por precaução”. A declaração foi publicada em sua conta oficial na rede Truth Social.

    “Com base nas declarações altamente provocativas de Medvedev, ordenei que dois submarinos nucleares fossem posicionados nas regiões apropriadas”, escreveu Trump. Ele completou: “Espero que essas ameaças não passem disso”.

    Dados sobre perdas na guerra

    Trump também divulgou supostos números da guerra entre Rússia e Ucrânia. Segundo ele, cerca de 20 mil soldados russos teriam morrido apenas no mês atual. Desde o início do ano, o número chegaria a 112.500. Do lado ucraniano, Trump apontou 8.000 mortes.

    Ele aproveitou para criticar a política externa do governo anterior:

    “Essa é uma guerra que nunca deveria ter acontecido — é a guerra de Biden, não a de Trump”.

    No entanto, o presidente não revelou a fonte dos números apresentados. A diferença nos dados — 14 soldados russos mortos para cada ucraniano — provocou debates sobre a credibilidade das informações.

    Escalada militar preocupa aliados

    A movimentação dos submarinos nucleares pode marcar uma nova escalada nas tensões entre EUA e Rússia. Analistas militares acreditam que as embarcações estejam posicionadas em regiões próximas à costa russa, como forma de dissuasão.

    A medida, considerada extrema, pode gerar reações em cadeia por parte de aliados da OTAN. Até o momento, o Kremlin não respondeu oficialmente.

    Enquanto isso, cresce a preocupação com o risco de novos confrontos e com o impacto global das recentes declarações de ambos os lados.

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