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    Plano do Pentágono para queda de Maduro reacende tensão

    EUA admitem estratégia pronta para eventual ruptura na Venezuela e ampliam pressão sobre o regime chavista

    O plano do Pentágono para queda de Maduro ganhou força após a porta-voz Kingsley Wilson declarar que os Estados Unidos já preparam uma resposta pronta para um eventual colapso do governo venezuelano. A afirmação elevou a tensão diplomática e reacendeu análises sobre movimentações internas nas Forças Armadas da Venezuela.

    Operação no Caribe aumenta pressão

    O governo Donald Trump, atual presidente dos EUA, mantém desde agosto uma operação militar no mar do Caribe. O Pentágono apresenta a ação como combate ao tráfico de drogas. Apesar disso, diplomatas afirmam que a operação fortalece a pressão sobre Caracas e também sinaliza um monitoramento constante do regime chavista.

    Avaliação sobre ruptura interna

    Nos bastidores, autoridades norte-americanas avaliam que setores das Forças Armadas da Venezuela podem articular uma ruptura. Analistas de defesa apontam que oficiais venezuelanos mantêm diálogos indiretos com representantes dos EUA, dessa forma preparando possíveis cenários de transição. Esse movimento ganhou intensidade após a declaração de Wilson, que reforçou o trabalho dos EUA para “garantir estabilidade regional e proteger interesses de aliados”.

    Reação do governo Maduro

    O regime de Nicolás Maduro respondeu imediatamente. O governo acusou Washington de praticar “provocação imperialista” e afirmou que não aceitará qualquer interferência externa. Além disso, Caracas determinou o reforço do monitoramento das embarcações norte-americanas no Caribe. Por fim, o discurso endureceu a retórica entre os dois países e ampliou a percepção de risco regional.

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