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    Aava Santiago articula, e Câmara de Goiânia derruba veto ao “Bebê a Bordo”

    Programa prevê transporte humanizado para mães e recém-nascidos após alta em maternidades públicas

    A Câmara Municipal de Goiânia derrubou, nesta terça-feira (28), o veto integral da Prefeitura ao projeto “Bebê a Bordo”, de autoria da vereadora Aava Santiago (PSB). A proposta cria diretrizes para a oferta de transporte adequado e humanizado a mulheres puérperas no retorno para casa após a alta médica em unidades públicas de saúde.

    Pós-parto

    A rejeição do veto ocorreu após articulação de Aava em plenário. Com isso, os vereadores mantiveram o texto aprovado pela Casa. Além disso, reforçaram o entendimento de que a medida organiza um atendimento essencial no período pós-parto.

    O programa busca enfrentar uma situação recorrente nas maternidades públicas. Muitas mulheres deixam as unidades ainda fragilizadas, sem rede de apoio e sem transporte adequado. Por isso, o texto prevê prioridade para puérperas em situação de vulnerabilidade, com dificuldade de locomoção ou sem suporte familiar.

    Parcerias

    A iniciativa também autoriza parcerias com hospitais, organizações sociais e instituições privadas. Dessa forma, o atendimento pode deixar de ser pontual. Além disso, passa a ter caminho para se tornar uma política pública contínua em Goiânia.

    Para Aava, a derrubada do veto representa uma resposta à falta de estrutura enfrentada por mães após o parto. Segundo ela, o retorno para casa precisa ocorrer com dignidade e segurança.

    Direito e cuidado

    A vereadora afirma que o projeto nasceu da escuta de mães atendidas pela rede pública. Segundo Aava, a proposta organiza o fluxo de atendimento e transforma uma solução hoje dependente de improviso em diretriz permanente.

    Ela também defende que o “Bebê a Bordo” protege mulheres e recém-nascidos em um momento sensível. Portanto, a medida trata de saúde, segurança e respeito à maternidade.

    Próximos passos

    Com a rejeição do veto, o “Bebê a Bordo” deverá ser promulgado pelo presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania). Depois disso, o programa passa a ter vigência no município.

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