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    Marconi defende retomada de investimentos em pesquisa, UEG e qualificação de jovens

    Em entrevista, pré-candidato ao governo de Goiás citou pesquisa científica, UEG, Bolsa Universitária e formação para novas profissões.

    O ex-governador e pré-candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo, defendeu a retomada de investimentos em pesquisa e qualificação de jovens. A declaração foi feita durante entrevista à Record News/TV Atual.

    Pesquisa e inovação

    Na entrevista, Marconi afirmou que pretende recuperar recursos voltados à pesquisa científica, startups, aceleradoras e desenvolvimento tecnológico. Segundo ele, Goiás precisa fortalecer a produção de conhecimento para enfrentar os desafios econômicos dos próximos anos.

    Além disso, o pré-candidato disse que o Estado deve voltar a estimular ambientes de inovação. Para Marconi, esse caminho passa por investimentos públicos e por articulação com o setor produtivo. “Nós criamos mecanismos para garantir pesquisa, inovação tecnológica, startups e aceleradoras. O atual governo acabou com recursos vinculados à pesquisa. Nós vamos retomar esses investimentos para fortalecer o desenvolvimento científico e tecnológico do estado”, disse.

    UEG

    Marconi também defendeu novos investimentos na Universidade Estadual de Goiás. Ele lembrou que a UEG foi criada durante sua gestão e afirmou que a instituição precisa de autonomia financeira, qualidade nos cursos e valorização de professores e servidores.

    Nesse sentido, o pré-candidato voltou a citar a vinculação de recursos ao orçamento estadual. Para ele, a universidade tem papel estratégico nos investimentos em pesquisa e na formação de profissionais em Goiás.

    “Eu criei a UEG garantindo 2% do orçamento do Estado para dar autonomia, qualidade aos cursos e dignidade aos professores e servidores. Sem investimento, nenhuma universidade consegue avançar”, declarou.

    Medicina

    Durante a entrevista, Marconi ainda citou a implantação do curso de Medicina da UEG. Segundo ele, a proposta recebeu críticas no momento da criação. No entanto, o curso passou a ter reconhecimento dentro do ensino superior goiano.

    Para o ex-governador, a experiência mostra que políticas públicas exigem planejamento e decisão política. Além disso, ele afirmou que a ampliação de cursos estratégicos ajuda na qualificação de jovens e na oferta de profissionais para áreas essenciais.

    “Na época fui criticado por criar o curso de Medicina da UEG. Hoje, o curso está entre os mais bem avaliados do estado. É preciso ter ousadia, mas fazer as coisas certas da maneira certa”, afirmou.

    Jovens e mercado

    Marconi destacou, além disso, a importância da formação profissional para preparar os jovens para as novas demandas do mercado de trabalho. Para ele, o avanço da tecnologia exige políticas voltadas à inteligência artificial, às novas profissões e à economia moderna.

    Por isso, o pré-candidato defendeu a ampliação de ações de formação profissional. Na avaliação dele, a qualificação de jovens precisa acompanhar as mudanças do mercado e abrir caminho para novas oportunidades.

    “Precisamos preparar os jovens para a tecnologia, para a inteligência artificial, para as novas profissões e para a economia moderna. O futuro exige qualificação e oportunidade”, disse.

    Bolsa Universitária

    O ex-governador também relembrou a criação dos institutos tecnológicos estaduais, depois transformados em Escolas do Futuro. Segundo ele, essas estruturas integravam uma política de formação profissional da juventude goiana.

    Além disso, Marconi voltou a destacar o impacto social do programa Bolsa Universitária. Na avaliação dele, o acesso ao ensino superior ajudou a ampliar oportunidades para jovens de baixa renda e fortaleceu uma agenda de educação e qualificação profissional.

    “A educação é a maior democratizadora de oportunidades. O Bolsa Universitária ajudou mais de 220 mil jovens a terem diploma, profissão e uma chance de melhorar a vida das suas famílias”, afirmou.

    Capital humano

    Na avaliação de Marconi, Goiás precisa ampliar investimentos em pesquisa e qualificação de jovens para enfrentar os desafios econômicos e tecnológicos dos próximos anos. Dessa forma, segundo ele, o Estado teria melhores condições de disputar espaço em uma economia cada vez mais baseada em conhecimento e inovação.

    Por fim, o pré-candidato afirmou que a educação deve orientar um novo ciclo de desenvolvimento. “O futuro passa pela educação, pela pesquisa e pela formação de pessoas preparadas para um novo ciclo de desenvolvimento”, concluiu.

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