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    Gestão Mabel tem Goiânia entre maiores redes municipais de educação infantil do Centro-Oeste

    Capital registra mais de 31 mil matrículas em creches e pré-escolas e aparece praticamente no mesmo patamar de Campo Grande, segundo dados do Censo Escolar 2025

    A gestão Sandro Mabel chega a 2026 com um dado positivo para apresentar na educação infantil. Goiânia registrou 31.290 matrículas em creches e pré-escolas no Censo Escolar 2025, conforme levantamento do QEdu. O número reúne 15.597 crianças em creches e 15.693 na pré-escola, etapa que marca a entrada dos alunos na educação básica.

    Comparação

    Na comparação com outras capitais do Centro-Oeste que têm redes municipais, Goiânia aparece entre os maiores atendimentos da região. Campo Grande soma 31.660 matrículas na educação infantil, apenas 370 a mais que a capital goiana. Já Cuiabá registra 24.079 matrículas, abaixo do volume atendido em Goiânia.

    Cautela

    O recorte ajuda a colocar a Prefeitura de Goiânia em posição de destaque, mas também exige cautela. Mabel assumiu o Paço em 1º de janeiro de 2025, após a gestão Rogério Cruz. Portanto, os dados mostram o primeiro retrato consolidado da área sob a atual administração, mas também refletem uma rede construída ao longo de gestões anteriores.

    Peso político

    Ainda assim, o indicador tem peso político e administrativo. Em uma cidade que convive com pressão por vagas em Cmeis, manter mais de 31 mil crianças na educação infantil dá à gestão Mabel um ativo importante. Além disso, a proximidade com Campo Grande mostra que Goiânia está em um patamar elevado dentro da região.

    Distrito Federal

    A comparação com Brasília não entra no mesmo critério porque a educação pública do Distrito Federal é administrada pela Secretaria de Estado de Educação, e não por uma prefeitura municipal. A própria SEEDF informa que responde pela gestão de todas as etapas da educação básica, da educação infantil ao ensino médio.

    Desafio

    Na prática, o dado permite que Mabel fale bem da rede sem encerrar a cobrança. O desafio agora é ampliar vagas, reduzir filas e melhorar a estrutura dos Cmeis. Se avançar nesses pontos, a educação infantil pode deixar de ser apenas um número positivo e virar uma marca concreta da gestão em Goiânia.

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