Rodrigo Paz lidera aprovação entre presidentes da América do Sul
Levantamento mostra avanço de Milei e Orsi; Maduro permanece na última posição
Rodrigo Paz lidera aprovação abre o ranking mais recente sobre a imagem dos presidentes da América do Sul. O levantamento, realizado pela CB Consultora entre 11 e 16 de novembro de 2025, mostra um cenário marcado por contrastes entre líderes em ascensão e dirigentes em desgaste contínuo. Além disso, os números reforçam mudanças importantes no humor político do continente.
Paz mantém vantagem isolada
Rodrigo Paz lidera aprovação com 51,7% de imagem positiva. Dessa forma, o presidente da Bolívia segue isolado no topo da lista e amplia a margem sobre os demais mandatários sul-americanos. O resultado indica estabilidade política e reforça a percepção de que Paz mantém apoio consistente no país.
Brasil, Argentina e Uruguai dividem primeiras posições
Logo atrás, o presidente brasileiro aparece com 48,5% de avaliação positiva. Javier Milei ocupa a terceira colocação, com 47,2%, e apresenta crescimento em relação aos meses anteriores. Enquanto isso, o uruguaio Yamandú Orsi chega a 46,1% e se consolida entre os líderes com melhor desempenho no continente. Dessa forma, os três países formam um bloco competitivo, que se mantém próximo do topo.
Santiago Peña, do Paraguai, fecha o grupo superior com 41,3% de imagem positiva.
Boric e Noboa enfrentam desgaste interno
No meio da tabela, Daniel Noboa registra 40,8%, e Gabriel Boric aparece logo abaixo, com 40,4%. Os dois enfrentam pressões internas associadas à economia e à segurança pública. Além disso, ambos lidam com debates intensos em seus respectivos países, o que impacta diretamente a avaliação pública.
Petro, Jeri e Maduro ficam nas últimas colocações
Na parte inferior do ranking, Gustavo Petro soma 36,7% e segue enfrentando forte polarização na Colômbia. Em seguida, o peruano José Jeri aparece com 32,5%. Por fim, Nicolás Maduro ocupa novamente a última posição, com apenas 21,4% de imagem positiva. Assim, o presidente venezuelano mantém o maior índice de rejeição entre todos os mandatários da América do Sul.