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    Pesquisa AtlasIntel mostra vantagem de María Corina Machado e percepção de traição no chavismo

    A Pesquisa AtlasIntel Venezuela, realizada pelo AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, aponta que a oposição lidera as preferências políticas no país. Em um cenário hipotético de eleição presidencial, María Corina Machado aparece com 38,2% das intenções de voto entre residentes na Venezuela. Assim, o levantamento reforça seu protagonismo em meio à crise política e à instabilidade institucional.

    Pesquisa AtlasIntel Venezuela: cenário eleitoral fragmentado

    Em contraste, os nomes associados ao campo governista apresentam desempenho modesto. Delcy Rodríguez registra 8,7%, enquanto Edmundo González soma 5,3%. Já Diosdado Cabello alcança 1,5%. Além disso, 31,2% dos entrevistados dizem não saber em quem votariam. Dessa forma, o dado evidencia incerteza política e desgaste das lideranças tradicionais.

    Pesquisa AtlasIntel Venezuela aponta desconfiança no governo

    Ao mesmo tempo, a Pesquisa AtlasIntel Venezuela revela desconfiança interna no campo governista. Para 32,3% dos entrevistados, Delcy Rodríguez teria traído Nicolás Maduro. Quando o tema é a captura do presidente, a percepção se intensifica. Nesse cenário, 53% afirmam que o episódio ocorreu com facilitação de aliados políticos. Apenas 5,4% discordam dessa leitura, enquanto os demais preferem não opinar, o que indica fragmentação e perda de coesão.

    María Corina Machado amplia vantagem em confronto direto

    Além disso, no confronto direto sobre quem deveria liderar o país, María Corina Machado amplia a vantagem, conforme a Pesquisa AtlasIntel Venezuela. Ela é a preferida de 51,6% dos entrevistados. Em contrapartida, 13,7% escolhem Delcy Rodríguez. Outros 17,9% rejeitam ambas as opções, enquanto 16,8% não souberam responder. Assim, o resultado indica consolidação da oposição como principal referência política no momento.

    Por fim, o levantamento ocorreu entre 5 e 11 de janeiro de 2026 e ouviu exclusivamente residentes na Venezuela. Os dados ajudam a dimensionar um cenário marcado por disputas internas, descrédito institucional e busca por uma nova liderança capaz de reorganizar o país.

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