Senador Wilder Morais defende urgência para renegociação de dívidas rurais
Projeto em análise no Senado busca reestruturar débitos de produtores afetados pela crise no campo
O senador Wilder Morais (PL) tem ampliado a articulação política em defesa de produtores rurais que enfrentam dificuldades financeiras. A mobilização ocorre em meio aos impactos da crise no agronegócio.
Na quarta-feira (27), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Wilder pediu urgência na tramitação do Projeto de Lei 5.122/2023. A proposta prevê mecanismos para renegociação e reestruturação de dívidas do setor agropecuário.
Além disso, o texto já passou pela comissão. Agora, deve seguir para análise do plenário do Senado.
Crise
Segundo Wilder, o momento exige uma resposta rápida do Congresso Nacional. Para o senador, eventos climáticos extremos, queda no valor das commodities agrícolas e juros altos pressionaram milhares de produtores em todo o país.
Além disso, o parlamentar afirma que muitos produtores dependem diretamente do crédito rural para manter a produção e cumprir compromissos financeiros. Por isso, ele defende que a renegociação avance como uma medida de apoio ao setor.
Articulação
Na avaliação de Wilder, o projeto pode evitar o agravamento da crise no campo. Segundo ele, a proposta cria condições para que produtores continuem gerando empregos, movimentando a economia e garantindo a produção de alimentos.
O senador também afirmou que atuou diretamente nas articulações dentro da CAE. Dessa forma, buscou acelerar a votação da matéria e ampliar o debate sobre medidas de apoio ao setor produtivo.
Apoio
Durante a reunião, Wilder destacou a atuação da senadora Tereza Cristina, que presidiu a sessão. Além disso, elogiou a condução das discussões e o diálogo com representantes do agronegócio.
Para o senador, a aprovação da proposta tem importância estratégica não apenas para o campo, mas também para a economia brasileira.
“Quem produz alimento, gera empregos e sustenta a economia do país precisa de apoio e condições para continuar trabalhando”, afirmou.