Reta final: 19 pesquisas ainda podem mexer na disputa entre Lula e Flávio antes do 2º turno
Levantamentos estão previstos para quinta, sexta e sábado; última rodada será divulgada na véspera da eleição presidencial.
A disputa pela Presidência da República entra nos últimos três dias de divulgação de pesquisas eleitorais. Entre quinta-feira (22) e sábado (24), ao menos 19 levantamentos estão previstos no calendário consultado, com base nos registros eleitorais. Os resultados vão atualizar o cenário entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes do segundo turno, marcado para domingo (25).
Na quinta-feira, três pesquisas estão previstas, incluindo uma nova rodada do Datafolha, anunciada para as 19h. Já na sexta-feira, cinco institutos devem apresentar novos números. Entretanto, o sábado concentra a maior expectativa, com 11 levantamentos programados, entre eles Quaest, AtlasIntel, Datafolha, BTG/Nexus e CNT/MDA.
Veja o calendário das pesquisas que ainda faltam
| Data | Pesquisas previstas | Quantidade |
|---|---|---|
| Quinta-feira (22/10) | Datafolha, PoderData/Aya e Indexa | 3 |
| Sexta-feira (23/10) | Ipespe, Vox Brasil, Real Time Big Data, Alfa Inteligência e Veritá | 5 |
| Sábado (24/10) | Phoenix, CNT/MDA, Futura Inteligência, Quaest, Palver, AtlasIntel, Datafolha, BTG/Nexus, Veritá, França e Colectta | 11 |
| Total | Levantamentos previstos | 19 |
Últimas pesquisas podem mostrar mudanças na disputa
A nova sequência de levantamentos ocorre após pesquisas divulgadas nesta quarta-feira (21) apontarem uma disputa equilibrada. Na Quaest, Flávio Bolsonaro apareceu com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registrou 44%, configurando empate técnico. Assim, as próximas rodadas poderão mostrar se houve mudança nas preferências do eleitorado ou se o cenário permanece apertado.
Embora o calendário indique 19 pesquisas, as datas podem sofrer alterações. Além disso, o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não obriga os institutos a publicar seus resultados. Por isso, as pesquisas devem ser interpretadas como retratos do momento das entrevistas, e não como previsões do resultado das urnas.